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Padrões de processamento em lote

Antes do surgimento dos padrões aceitos pela indústria para o processamento em lote, todas as instalações de lotes operavam em um mundo à parte. Algo tão básico como a nomenclatura era diferente de planta para planta. O que poderia ser chamado "corrida" em uma instalação poderia chamar-se "lote" em outra. O que era uma "fórmula" para um gestor poderia ser uma "receita" para outro. E quando saímos da simples atribuição de nomes, todas as metodologias de processo variavam da mesma forma. Isto acontecia porque cada fornecedor, integrador, fabricante de equipamento original e fabricante trabalhava de modo independente. Existiam muitas formas diversas de estruturar e executar um lote, tal como havia instalações em todo o mundo.


Pensar melhor o processamento em lote: ISA-S88

Em 1995, a ISA aprovou uma das suas primeiras normas para o processamento em lote, designada ISA-S88, ou simplesmente S88. Estas normas proporcionaram uma estrutura para a concepção e a operação de instalações de processamento em lote, especificando terminologia, modelos de processo, estruturas de dados e entre outros aspectos.

Houve muitas inovações facilitadas pela norma e no caso da S88.01, a terminologia e os modelos foram uma delas. Outra área fundamental foi a separação das fórmulas e do equipamento ou a criação de fórmulas independentes do equipamento. Esta separação criou um valor imediato, ajudando a conceber, operar e manter plantas de processamento em lote ágeis e flexíveis, onde era possível definir a modularidade, a reutilização das fórmulas e os elementos do modelo de equipamento da planta, desenvolvendo-os ainda mais através de objetos e bibliotecas.

Comunicando com a empresa: ISA-S95

O que a norma ISA-88 fez pela produção em lote, a ISA-95 fez pela conectividade entre as empresas. Aplicável não só a instalações de processamento em lote, mas também a operações de processamento contínuo e discreto, constituiu uma norma para o desenvolvimento de uma interface entre os sistemas de controle ao nível da planta e os sistemas de informação ao nível da empresa. Tal como a norma S88, a S95 continha terminologia consistente, bem como modelos de informações e operações que podiam servir de base para desenvolver funcionalidades de aplicações, e descrevia também o fluxo e a visualização ideal da informação.

Benefícios das normas

As normas S88 e S95 foram bem aceitas pela comunidade de processamento em lote. Isto permitiu às empresas melhorar a comunicação, promover a modularidade, reduzir custos de manutenção e tempo de parada e melhorar o desempenho geral. As poupanças podem ser consideráveis. De acordo com a ISA, as plantas que utilizam o processamento em lote podem poupar até 30 % do custo de concepção e implementação de raiz de um sistema de processamento em lote, poupando também nas operações domésticas até 15 % do custo de cumprimento de critérios da FDA relacionados à confiabilidade da automação.

Nivelando o campo de atuação

As normas de automação ajudaram a nivelar o campo de atuação e permitem uma colaboração estreita de toda a comunidade de manufatura. Se não funcionar de acordo com essas normas, poderá ter grandes desvantagens em termos de eficácia, utilização das melhores práticas e de comunicação. Aqueles que trabalham com um sistema de controle de lotes Legacy poderão estar perdendo a eficácia que os concorrentes utilizam para reduzir os custos e melhorar a qualidade. Por outras palavras, se não jogar no mesmo campo, é difícil vencer.

Proficy Batch: adotando normas para o sucesso

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